MINHA GRAVIDEZ – Primeira Etapa.

Decidi falar um pouco sobre a minha gestação, como foi toda evolução, em etapas.
Vou relatar hoje O Antes e o 1º Mês de Gestação.

Por Suhely Bueno.

Antes de Engravidar:

Bem para começar devo dizer que a decisão de se ter um filho deve ser tomada em conjunto com seu parceiro, após longas conversas e análises, afinal filho é algo para toda vida, não é um brinquedinho e gera sacrifícios e muita responsabilidade de ambas as partes! Dessa forma, após a tomada dessa decisão entramos para um grupo especial que chamamos de “TENTANTES”. Este grupo é configurado por mulheres de idades variáveis que estão tentando engravidar (seja do primeiro, segundo ou até mesmo terceiro filho) Este grupo possui situações diversas que originaram sua formação, mas com algo em comum e com a possibilidade de troca de apoio, carinho, experiências e compreensão.  Independentemente se há ou não dificuldade de engravidar eu aconselho a todas fazerem parte de um grupo como este, afinal se aprende muito. Você pode encontrar sites diversos para isso.

Enfim, em Janeiro de 2012, começamos a tentar engravidar.

Pelo fato de tomar alguns anos anticoncepcionais e ter escutado sobre a demora em engravidar de muitas mulheres por “N” fatores fez com que desse início à maternidade, pois sempre quis ser mãe antes dos trinta anos (atualmente tenho vinte nove anos) - Mais tarde entendi que não há relação alguma do anticoncepcional e dificuldade de engravidar, ou mesmo infertilidade! Por isso a importância de sempre buscar informações e informações corretas!

Quem toma anticoncepcionais por muito tempo tem dificuldades para engravidar?

R. Não. Este é um mito antigo, há muito refutado pela ciência. Em verdade, o anticoncepcional hormonal pode até proteger  o trato reprodutivo feminino de doenças que podem levar  a subfertilidade futura, como os cistos ovarianos, doença inflamatória pélvica, e mesmo a endometriose. No mês seguinte à parada, ou em cerca de três meses  (no caso do injetável trimestral), a 
ovulação da mulher deve voltar ao normal, e ela volta a ficar fértil. Há casos inclusive em que o esquecimento de apenas um dia resultam em gravidez. O que pode causar confusão é que a mulher poderia já ter um fator de subfertilidade antes da tomada do anticoncepcional, sem que soubesse disso. Outro fato a considerar é a idade. Uma mulher que tome anticoncepcional dos 25 aos 35 anos poderá ter dificuldade de engravidar quando parar a pílula, mas porque já tem 35 anos, e não por causa do anticoncepcional. Porém, passados seis meses de relações sexuais sem proteção e a gravidez não vier, considere a possibilidade de infertilidade (por outros motivos) e procure um especialista.” (Fonte: http://www.medicinareprodutiva.com.br)

 

Assim, tão logo, fiz os exames necessários que toda mulher deve fazer quando quer engravidar e ou esteja no estágio inicial (preferencialmente fazê-los antes de engravidar), além de ingerir o ácido fólico.

Tudo “OK” comigo e assim dei prosseguimento...

“Os exames pré-concepcionais, como o próprio nome diz, são feitos antes que a mulher engravide. Eles servem para descobrir condições que possam afetar a saúde da mãe ou o futuro bebê. Dessa forma, é possível tratar e prevenir problemas!

Estes são os exames indispensáveis que toda mulher deveria fazer antes de pensar em engravidar:

·         Hemograma completo: para avaliar as condições gerais de saúde da mãe e a necessidade do uso de vitaminas.

·         Tipo sanguíneo e fator RH: o RH é uma proteína que pode ou não estar presente no sangue. Mulheres RH negativo podem ter filhos RH positivo (se o pai tiver o fator RH positivo). Nessas condições, o contato com o sangue do bebê, principalmente na hora do parto, pode fazer com que a mulher desenvolva anticorpos (células de defesa) para o RH, o que pode prejudicar uma segunda gestação se o outro bebê também for RH positivo. A solução para o problema é fazer a vacina de imunoglobulina anti-RH, capaz de reduzir este risco para próximo de zero.

·         Glicemia de jejum: revela a presença do Diabetes Melittus ou aponta o risco de desenvolver a doença, mesmo que a mulher não tenha nenhum sintoma. É um exame muito importante, uma vez que o diabetes pode aumentar os riscos de má formação no bebê (principalmente no coração) e de abortos espontâneos. Isso sem falar nas complicações para a saúde da mãe, que são muitas.

·         Urina: importante para detectar a presença de bactérias na urina, ainda que a mulher não sinta nada e também para o diagnóstico de infecções urinárias. Quando não são tratadas, podem causar contrações uterinas e desencadear um parto prematuro.

·         Fezes: as parasitoses intestinais podem causar a perda de ferro pelo organismo, elemento importante para a formação do feto e para a saúde da mãe. (fonte: http://bebe.bolsademulher.com)

 

 

Após três meses de tentativa e certa ansiedade o meu positivo veio! Fiz o teste antes mesmo que houvesse atraso menstrual, isso porque tive a nidação visível, além dos incentivos de outras “tentates” para que fizesse o teste naquele dia, por conta de tal sintoma (Nidação: implantação do óvulo no útero - mais informações acesse:  http://gestantes-bebe.webnode.com/news/sangramento-e-gravidez/).

 

1º Mês:

Então aquele misto de alegria e medo, mas garanto que não existe emoção maior quando se obtém o tão desejado positivo!!!

Com isso fiz, no dia seguinte do teste de farmácia, o exame de sangue Beta HCG para verificar a quantidade deste hormônio e confirmar aquilo que o teste de farmácia havia detectado: GRAVIDEZ!
No mesmo dia em que peguei o resultado do exame marquei consulta com o GO (Ginecologista e Obstetra).

“4º semana de gravidez:
Bebê:
O zigoto mede um pouco mais de 1mm. Ele começa a se dividir em três tecidos diferentes (folhetos germinativos):
- ectoderma - que futuramente será pele, cabelos, olhos, esmalte dos dentes e sistema nervoso
- mesoderma - se transformará em esqueleto, músculos, rins, coração e vasos sanguíneos
- endoderma - formará os pulmões, fígado, sistema digestivo e o pâncreas.

A placenta ainda se desenvolve. Ela trará oxigênio e nutrientes para o embrião, além de produzir os hormônios da gravidez (progesterona e estrogênio). Ela está ligada ao embrião pelo cordão umbilical, em formação como a rede vascular, que fará trocas com o sangue materno.
Ao fim dessa semana, o zigoto apresentará também um tubo neural (que será o sistema nervoso), noto corda e intestino primitivo (arquêntero). O embrião estará alojado na parte superior do útero envolvido por uma bolsa cheia de líquido amniótico chamada de saco gestacional, que o protegerá de traumas e infecções até a 12ª semana ou 3 meses.
O líquido amniótico se renova a cada seis horas e chega a 1 litro ao fim da gravidez.
(fonte: http://guiadobebe.uol.com.br)

Gestante:

Em razão da alteração hormonal no seu corpo, a mulher grávida pode experimentar fadiga, náuseas, vômitos, um aumento do volume dos peitos, mais vontade de urinar (devido ao aumento do útero, exercendo maior pressão sobre a bexiga), algum incômodo pélvico, e um exagerado sentido do olfato. A ação dos hormônios também provocará instabilidades emocionais na mulher. Ainda que esteja feliz por haver desejado o filho que espera, também poderá sentir-se nervosa, insegura e medrosa.

(http://brasil.babycenter.com)

 

Até aquele presente momento -  1º mês de gestação  - os sintomas que estava apresentado eram:

Cólicas leves;

Aumento da frequência urinária - principalmente à noite;

Fome fora de hora;

Pressão no baixo ventre;

Mamilos supersensíveis, seios inchados e doloridos;

Gengivas sensíveis;

Sensação de estômago cheio mesmo ingerindo pouco alimento.

Com a consulta agendada e aquela ansiedade de dar início ao pré-natal, repeti o exame de sangue para saber se estava tendo evolução e tive o seguinte:

1º exame – exatamente com um dia de atraso (11/04/2012): 219mUI/ml; Com 6 dias (16/04/2012):2.348 mUI/ml (mais informações sobre este exame acesse: http://gestantes-bebe.webnode.com/news/o-positivo/)

 

“Em uma gestação com evolução normal, a produção de ß-hCG dobra a cada 48 horas, alcançando níveis máximos por volta da 12ª semana de gestação. A quantificação do ß-hCG poderá ser útil para monitoramento da viabilidade de uma gestação inicial.” (http://www.cpdt.com.br).

 

Após a minha consulta recebi a guia para marcar a meu primeiro exame: Ultrassom, sendo que o mesmo foi recomendado ser feito entre a 7 e a 8 semanas de gestação, pois neste estágio já é possível ouvir o coração do bebê (mais informações sobre:  http://gestantes-bebe.webnode.com/news/os-exames-de-ultrassom-pre-natal/).


Vale lembrar que até aquele momento ninguém, além de meu marido e as amigas virtuais (“tentantes” do site que faço parte), sabia de minha gravidez (para saber o porque da minha decisão em não contar leiam: http://gestantes-bebe.webnode.com/news/a-revela%C3%A7%C3%A3o/.

... (CONTINUA)

Não percam: Amanhã postarei sobre o segundo mês!